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As Cores e Crenças da Índia e o Diwali

Vamos para a Índia?
Convido você a vir comigo em uma viagem fantástica pelas Cores e Crenças da Índia, em que eu serei a anfitriã brasileira. Nesta viagem vamos também vivenciar o Diwali, que é a maior e mais importante festa da Índia. Vale a pena você conhecer o roteiro, está realmente incrível.

Viajar para a Índia

Nesta viagem viajaremos pela Índia por 13 dias e 12 noites e visitaremos 8 cidades. São elas: Jaipur, Agra, Delhi, Amritsar, Dharamshala,Chandigarh, Rishikesh e Haridwar.

Templo de Akshardham

2/11 - 1º DIA – Chegada a Delhi / Jaipur
Chegada a Delhi pela manhã. Ana Maria, nossa anfitriã brasileira, e o guia indiano, que também acompanhará o grupo, os receberão no aeroporto. De lá, seguimos viagem terrestre (aprox. 4h) para Jaipur, a Cidade Rosa e capital do Rajastão. Após o check-in no hotel, no fim de tarde, faremos um passeio de rickshaw pela Cidade Velha, com parada no Hawa Mahal, o Palácio dos Ventos.
*Pernoite no hotel. Alimentação não inclusa.

03/11 - 2º Dia – Jaipur
Após o café da manhã, visitaremos o majestoso Forte Amber, situado a 15km de Jaipur. No caminho, parada para fotografar o Jal Mahal, que é um palácio no meio do Lago Man Sagar. Após o almoço, visitaremos o Jantar Mantar, observatório astronômico construído pelo Marajá Jai Singh, no século XVIII e o Palácio da Cidade. Mais tarde, iremos ao icônico cinema Raj Mandir, conhecer um pouco sobre os filmes de Bollywood. À noite, teremos um jantar Rajasthani, com apresentação de danças folclóricas tradicionais no Chokhi Dhani.
*Pernoite no hotel. Café da manhã e jantar inclusos.

Taj Mahal

04/11 - 3º Dia – Jaipur / Agra
Após o café da manhã, sairemos por via terrestre para Agra (aprox. 4/5h). No caminho, visitaremos a Vila Abhaneri, com seu lindo poço de água esculpido. Chegando a Agra, após o almoço, visita ao belíssimo Forte de Agra, o mais importante forte na Índia, onde grandes imperadores mughais viveram e governaram o país. Mistura de forte e palácio, foi construído e embelezado por vários imperadores e nos dá uma visão do esplendor das cortes reais da Índia.
*Pernoite no hotel. Café da manhã incluso.

05/11 - 4º Dia – Agra / Delhi
Ao amanhecer, visitaremos o majestoso Taj Mahal, que é o monumento mais conhecido da Índia e eleito o símbolo do amor. Foi construído entre 1630 e 1652, todo em mármore branco e entalhado à mão com pedras semipreciosas, por 20 mil homens trazidos de várias cidades do Oriente, que utilizaram cerca de mil elefantes. O Imperador Shah Jahan mandou construir o Taj Mahal em memória à sua esposa favorita, Arjumand Banu Begum, a quem chamava de Mumtaz Mahal ("A Joia do Palácio"), que morreu ao dar à luz ao 14º filho. Após a visita e o check-out no hotel, iremos para Delhi (aprox. 3h), para visitar o belíssimo Templo Akshardham, construído por 8.000 voluntários e artesãos qualificados.
*Pernoite no hotel. Café da manhã incluso.

Templo de Lotus

06/11 - 5º Dia – Delhi

Após o café da manhã, visitaremos o Qutub Minar, conhecido como a Torre da Vitória. Em seguida, passaremos de carro pelas largas avenidas de Nova Delhi, incluíndo o Parlamento e a Porta da Índia, até chegarmos ao Agraseen ki Baoli, a Catedral Católica Sagrado Coração e, finalmente, ao Memorial de Gandhi, que conta toda a história do mais ilustre líder da Índia moderna. À tarde, iremos para a Velha Delhi, onde faremos um passeio de rickshaw, para desvendar os segredos da vida e do mercado local. É aqui que teremos a oportunidade de vivenciar a "Índia frenética" que vemos na TV. Aproveitaremos também para conhecer a maior mesquita da Índia, a Jama Masjid.
*Pernoite no hotel. Café da manhã incluso.

07/11 - 6º Dia – Delhi / Amritsar
Após o café da manhã, visita ao Templo de Lotus. Este templo foi construído na forma de uma flor de lótus e é o último dos sete templos do Major Bahai construídos em todo o mundo. Concluído em 1986, está situado entre jardins verdejantes e paisagísticos. A estrutura é de puro mármore branco e, em torno das pétalas em flor, existem nove piscinas d'água, que se iluminam, com luz natural. O arquiteto Furiburz Sabha escolheu o lótus como símbolo comum ao hinduísmo, budismo, jainismo e islamismo. Os adeptos de qualquer fé são livres para visitar o templo e orar ou meditar. Após check-out, em horário apropriado, traslado para a estação de trem para embarque para Amritsar (16:30 / 22:40 h).
*Pernoite no hotel. Café da manhã incluso.

Templo Dourado

08/11 - 7º Dia – Amritsar
Hoje, iremos ao Templo Dourado, para conhecer os rituais e práticas da religião Sikh, uma das quatro que nasceram na Índia. Teremos ainda a oportunidade de vivenciar o Seva (trabalho voluntário) na cozinha do templo. À tarde, iremos até a Fronteira Wagah, a cerca de 28km de Amritsar, demarcando limite entre a Índia e o Paquistão. Famosa pela Cerimônia da Bandeira, um espetáculo emocionante, quando as duas fronteiras se abrem por alguns instantes, após o arriamento das bandeiras dos dois países. À noite, oferecemos a opção aos interessados de retornar ao Templo Dourado para assistir a cerimônia noturna do adormecer do livro sagrado.
*Pernoite no hotel. Café da manhã incluso.

09/11 - 8º Dia – Amritsar / Dharamshala
Após o café da manhã, seguimos por via terrestre até Dharamshala (aprox. 4/5h). Situada a uma altitude média de 1475m acima do nível do mar, deixa os turistas fascinados por sua beleza espetacular. Dharamshala é popularmente conhecida como a residência sagrada do 14º Dalai Lama, chefe de Estado e líder espiritual do Tibet, exilado na Índia desde 1959.
*Pernoite no hotel. Café da manhã incluso.

Dharamshala

10/11 - 9º Dia – Dharamshala
Dharamshala é dividida em duas seções distintas: Kotwali Bazaar e os mercados, que são referidos como "Lower Dharamshala" ou apenas "Dharamshala", onde visitaremos o Templo do Mosteiro Tântrico Gyuto e o Instituto Norbulingka. Mais acima, na montanha, está McLeod Ganj, onde visitaremos a Igreja St. John in the Wilderness, o Museu Tibetano e o Templo do Dalai Lama.
*Pernoite no hotel. Café da manhã incluso.

11/11 - 10º Dia – Dharamshala / Chandigarh
Após o café da manhã, seguiremos por via terrestre (aprox. 5/6h) para Chandigarh, cidade projetada pelo famoso arquiteto francês Le Corbusier e conhecida como uma das melhores experiências de planejamento urbano e arquitetura moderna do século XX na Índia. Chegando em Chandigarh, visita ao Rock Garden e Rose Garden.
*Pernoite no hotel. Café da manhã incluso.

12/11 - 11º Dia – Chandigarh / Rishikesh
Após o café da manhã, iremos por via terrestre (aprox. 5h) para Rishikesh. Chegada e check-in no hotel. No fim do dia, vivenciaremos o Ganga Aarti (Ritual do Fogo) às margens do Rio Ganges e, à noite, celebraremos o Diwali com o grupo em um jantar no hotel. O Diwali ou Dipawali, também chamado de Festival das Luzes, é o maior e mais importante feriado do ano na Índia. O festival recebe o nome da fileira (avali) de lâmpadas de barro (deepa) que os indianos acendem fora de suas casas para simbolizar a luz interior que protege da escuridão espiritual. Este festival é tão importante para os hindus quanto o feriado de Natal é para os cristãos.
*Pernoite no hotel. Café da manhã e jantar de Diwali inclusos.

Rishikesh

13/11 - 12º Dia – Rishikesh
Após o café da manhã, sairemos para explorar Rishikesh, pequena cidade aos pés do Himalaia, por onde o Rio Ganges corre limpo e caudaloso. É um local totalmente diferente das outras cidades na Índia. Além de ser muito tranquila, é a cidade dos grandes mestres do yoga de todas as escolas, dos ashrams (locais de retiros espirituais), dos swamis (monges hinduístas) e dos sadhus (sábios eremitas). Pode-se caminhar tranquilamente por suas interessantes vielas, participar de rituais sagrados às margens do rio, banhar-se em suas águas, cruzar o rio de barco ou pela ponte pênsil, ou simplesmente, apreciar a belíssima paisagem da cidade. Foi em Rishikesh que os Beatles se refugiaram, em 1968, para compor músicas e meditar.
*Pernoite no hotel. Café da manhã incluso.

14/11 - 13º Dia – Rishikesh / Haridwar / Delhi
Após o café da manhã, iremos para Delhi. No caminho, visitaremos Haridwar, com parada no Hari Ki Pauri, que significa os pés do Senhor Vishnu. É um ghat às margens do Rio Ganges e marco da cidade sagrada hindu de Haridwar. Acredita-se que seja o local exato onde o Ganges sai das montanhas e entra nas planícies. Na chegada a Delhi, traslado ao hotel próximo ao aeroporto para o uso do quarto antes do voo de retorno. Day use no hotel até 20h. Em horário apropriado, traslado ao aeroporto para embarque no voo de retorno ao Brasil.
* Day Use até às 20h, sem pernoite. Café da manhã incluso.

Não está sensacional? Vamos nessa?
Solicite o roteiro com detalhes sobre valores, o que está ou não incluso, condições de pagamento, lista de hotéis, etc. E tem desconto especial para quem fechar a viagem até dia 30 de junho.

Beijos,
Ana Maria
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Viajar traz felicidade?

A maioria das pesquisas apontam que viajar traz mais felicidade do que comprar um bem material! Eu não concordo totalmente com este resultado, pois, no meu ponto de vista,  a felicidade são momentos e conquistas e quem nos faz feliz é o nosso estado de espírito, seja lá onde estamos ou o que conquistamos.

Eu adoro viajar e sou a maior incentivadora para que as pessoas viajem mais, não apenas para conhecerem lugares, mas, principalmente, para se conhecerem melhor.


Quando saímos da nossa zona de conforto, do nosso meio, é que nos deparamos com situações e pessoas novas, e acabamos descobrindo melhor quem nós somos de verdade.

Viajar é fugir dos problemas? 
Grande engano quem pensa que pode fugir dos problemas fazendo uma viagem. Os piores problemas estão dentro de nós e nós os levamos juntos, pois não podemos fugir de nós mesmos. E os outros problemas estarão aguardando o nosso retorno!

Mas tem um pensamento que eu gosto muito, que diz que "é preciso sair da ilha para poder ver a ilha". Então, quando saímos de onde estamos, do meio do caos, conseguimos ver melhor como as coisas são e podemos pensar em uma maneira diferente de enfrentar nossos problemas, quando eles realmente existem. 

Por que viajar?
Bom vou responder os meus motivos, mas isso não significa que é a resposta certa para você.
Em primeiro lugar, eu procuro conhecimento, pois a vida é um eterno aprendizado, a gente nunca sabe o suficiente. E uma viagem nos ensina tanto...
Viajar também mexe com a minha adrenalina, porque gosto de desafios, renovo minhas forças para enfrentar o que preciso e às vezes, também para aliviar minhas tensões depois de ter passado por momentos muito difíceis.

Meu pai adorava viajar, mas minha mãe não, ela detestava, mas era a maior incentivadora para que ele viajasse. E ele viajava, mesmo sem minha mãe. Eu herdei dele a alma de viajante e viajo sempre que surge uma oportunidade, seja sozinha ou acompanhada. Aliás, gosto tanto de viajar que estou sempre criando oportunidades. Mas isso vem de dentro, está no meu sangue, eu nem tenho como explicar.

Blog e canal no youtube
Com o blog e o canal eu procuro contar minhas experiências de viagem, trocar informações e dicas para quem gosta de viajar, tem dúvidas ou curiosidade. Me considero uma incentivadora porque eu amo viajar, isso é natural para mim e quero compartilhar o que eu gosto, mas jamais tive a pretensão de dizer que quem não gosta está errado. 

Viajar agora se tornou um produto da moda?
Ontem eu li uma matéria no site da Revista Viagem e Turismo, onde a repórter questionava se viajar não está se tornando mais um produto incentivado pela mídia, uma modinha e que, atualmente, muita gente estaria viajando mais para ostentar do que  realmente gostaria. Será? O que você acha sobre isto?

Deixe nos comentários, eu gostaria muito de saber a sua opinião sobre este assunto.

Beijos,
Ana Maria
     
Revista Viagem e Turismo: caso queira ler, segue o link da matéria: Será que você quer mesmo viajar?
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Passeando e pagando mico em Florença!

Quem nunca pagou mico em viagens que atire a primeira banana!

Viajar é maravilhoso. Estamos sempre descobrindo lugares novos, conhecendo pessoas, aprendendo e vivenciando culturas diferentes... Enfim, é tanto conhecimento que se adquire em uma viagem que seria impossível relacionar.

Eu estou acostumada a viajar e por isso mesmo, sempre me informo antes sobre o que eu gostaria de conhecer em determinada cidade ou país. Compro livros, revistas, mapas e pesquiso na internet o que eu posso para saber mais sobre o lugar, para não deixar de fora algo muito interessante.

Em uma viagem à Europa, em 2010, eu e meu marido estávamos em Roma e decidimos pegar um trem, o Frecciarossa, que viaja em uma velocidade de até 350km/h, para passar um dia em Florença. Pouco mais de 1h de viagem e lá estávamos nós, na cidade de Dante.

Ponte Vecchio a Fiume Arno

Passeamos bastante por Firenze (Florença, em italiano). Andamos em volta do Rio Arno, atravessamos a Ponte Vecchia e admiramos suas vitrines cheias de jóias e ouro. Passamos por algumas praças, igrejas, pelo Palácio Pitti e fomos almoçar. Escolhemos ao acaso um restaurante maravilhoso, o Il Cantinone. É uma adega charmosa e antiga, em arcos e abóbadas de 1200, muito aconchegante. Recomendo mesmo.

Este restaurante tem até uma enoteca própria, com excelentes opções de vinhos.

Marcio Muniz Nascimento e Ana Maria Brogliato
Almoço no Restaurante Il Cantinone

Os pratos são servidos bem decorados e o ambiente é muito bonito. Pedimos uma salada e 2 pratos diferentes, mais vinho e água e gastamos em torno de 80 e poucos euros, incluindo o serviço. 

Até aqui, tudo certo, mas cadê o mico? Calma, eu preciso descrever o acerto para você ter uma ideia do tamanho do erro cometido depois. 

Terminado o almoço, fomos passear mais um pouco e entramos na igreja Santa Maria del Fiori. Lindíssima com seus mármores coloridos em branco, rosa e verde. Subimos os 463 degraus íngremes até a cúpula de igreja. Lá de cima se tem uma vista deslumbrante de toda a Florença e arredores.

Santa Maria del Fiori Firenze Italia
Do alto do terraço da Igreja Santa Maria del Fiori

Descemos, passeamos mais um pouco e, já cansados mas ainda faltando muito para o nosso trem de volta a Roma, decidimos procurar um restaurante para jantar. Aqui é que o mico se materializa.

Antes de viajar, sempre compramos um Guia Publifolha sobre cada cidade mais importante que decidimos conhecer, e, nele tem dicas maravilhosas. Inclusive nos orienta a não escolher um restaurante com as seguintes características:

1 - Não entrar em um restaurante em que o garçom está chamando na porta. Se o restaurante é realmente bom, não precisa chamar.

2 - Não escolher um restaurante onde o cardárpio está escrito em mais de 5 idiomas, pois se está tentando agradar a tanta gente diferente, não vai agradar a ninguém.

3 - Óbvio, desconfiar de preços muito baratos.

A lista é maior, mas estas 3 dicas são suficientes para se perceber se o lugar é legal ou não.

Bom, cansados de tanto andar, subir e descer degraus e famintos, passamos em frente a um restaurante muio simpático, com mesinhas na frente, folhagens na decoração, tudo muito bonitinho e limpinho. O nome era Hot Pot (não tem nem site). Tudo bem que era até um pouco cedo para o jantar, mas o garçom estava lá na porta e nos chamou para entrar.

centro de Florença
Restaurante Hot Pot

Entramos e olhamos o cardápio: estava escrito em 8 idiomas diferentes, mas na hora não nos ligamos neste detalhe. Era um buffet, coisa rara na Europa (eles chamam de self service, mas não é a gente que se serve, como aqui), e o valor era impressionante: 9 euros por pessoa, com uma carne, massa, batata, salada, vinho e sobremesa incluídos. Não lembro se o serviço era à parte. Nos olhamos e pensamos: “Beleza, é aqui mesmo!”

Quando começamos a passar pelo buffet, sentimos que seria uma furada, mas já era tarde. Eu desisti da carne, pois era frango e eu não gosto. Meu marido pegou o tal frango, que foi requentado no microondas, veio chiando e com aquele fiapinho de penugem no couro, perecendo pelinho... Eca! 

Bom, quando olhei a batata frita, era puro óleo, mas pude trocar por outra cozida na água. Peguei a massa, era penne, mas depois descobri um novo prato: “pennhoque”. O que é isso? É massa penne com nhoque. Deve ter sobrado nhoque da refeição ou do dia anterior e misturaram para render. 

E o vinho? Ai, ai... só de abrir a tampa da garrafinha, deu dor de cabeça. A sobremesa era um tiramissú (é uma das sobremesas mais populares da Itália, a qual leva biscoito tipo champanhe, creme de baunilha, café, queijo). Realmente... não sei como fui acreditar. Era um tipo de flan, bem aguado, nem de longe parecia um tiramissú.

mico em Florença

Bom, conseguimos comer só metade de tudo, porque mesmo com fome, não desceu...

Que mico!!! Com o cansaço e a fome, não prestamos atenção aos sinais, mas para uma coisa serviu: nunca rimos tanto! E hoje, só de lembramos deste restaurante, caímos na risada. 

Esta experiência valeu muito e fica a dica pra você: se mesmo sabendo, você cai em uma destas, transforme este mico em uma comédia e dê boas gargalhadas!

Se você quiser contar algo engraçado que lhe aconteceu em uma viagem, deixe seu comentário. Eu e outros(as) leitores(as) vamos gostar muito, com certeza. 

Beijos,
Ana Maria
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