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Black Friday no Brasil, será que vale à pena?

Black Friday é o nome de uma ação de vendas criada nos Estados Unidos, que acontece todos os anos, sempre na última sexta-feira de novembro, logo após o Dia de Ação de Graças, um dos principais feriados americanos. Nesta ação, lojas físicas e online oferecem grandes promoções de diversos produtos durante todo o dia.



Mas por que Black Friday? Este termo teria surgido no início dos anos 90, no estado americano da Filadélfia. Por ser uma sexta-feira, logo após um feriado, muitos trabalhadores começaram a emendar um feriadão, o que é muito comum por aqui, o famoso feriadão, mas é raro nos EUA. E como neste período, o comércio iniciava as vendas para o Natal, as pessoas aproveitavam o dia de folga para ir às compras. Isso começou a gerar grandes tumultos, filas imensas nas lojas e congestionamentos enormes. A polícia local começou a chamar este dia de Sexta-feira Negra, em inglês: Black Friday.



Vários países começaram a adotar esta ideia e, entre eles, o Brasil. A primeira Black Friday do Brasil aconteceu em 28 de novembro de 2010 e foi somente online, com adesão de mais de 50 lojas do varejo nacional. Nos anos seguintes, as lojas físicas também começaram a aderir, mas houve muitas ações fraudulentas, principalmente em 2012, onde as lojas aumentavam os preços dias antes para dar o "desconto" na Black Friday, que ficou conhecida também como Black Fraude (a famosa "metade do dobro").

Contra fraudes na Black Friday: para evitar a maquiagem de preços e falsos descontos, a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara e-net), criou o código de ética para a Black Friday, e publicou uma lista com as lojas participantes que foram regulamentadas segundo as normas da cláusula. Existem também vários sites  que divulgam o nome das lojas que cometem fraudes nesta data, então, fique de olho. O mais conhecido é o Reclame Aqui.

Esta data já está bem popular por aqui, com adesão de muitas lojas, desde varejo, concessionárias de carros, companhias aéreas, tem participantes em todos os segmentos.

O interessante é pesquisar dias antes o que você pretende comprar, assim, quando chegar a Black Friday, você já sabe se o desconto oferecido é realmente bom ou não.

Segue aqui um link de lojas com ofertas da Black Friday no Brasil: Buscadescontos.

A não ser que o dólar despenque e entre na Black Friday também, eu não pretendo comprar nada neste dia, mas e você? Me conte se conseguiu alguma super oferta.

Beijos,
Ana
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Black Friday, é amanhã!

Black Friday é um termo criado pelo varejo americano para nomear uma ação de vendas anual, que acontece sempre na quarta sexta-feira de novembro, após o Dia de Ação de Graças, onde as lojas oferecem grandes descontos e a população aproveita para antecipar as suas compras de Natal.

A palavra "black" (negro), em Black Friday, refere-se ao termo "no azul", que significa dar lucro. Esta ação porém, não dá lucro ao comércio diretamente com a venda dos itens anunciados, mas sim, devido ao grande volume de clientes que entra nas lojas e compra também produtos fora de oferta.

Desde 2010, alguns sites brasileiros resolveram adotar a Black Friday, também na quarta sexta-feira de novembro. Os descontos oferecidos foram bem menores que os americanos, mas como se trata de uma novidade por aqui, com o decorrer dos anos acredito poderá melhorar muito mais. Segundo consta na Wikipédia, algumas lojas brasileiras também aderiram, mas não informa quais.

Este ano a Black Friday brasileira já tem muitas adesões de peso como a Sephora, Época Cosméticos, Dell, Walmart, Carrefour, Submarino, Saraiva, Mercado Livre, TAM e muito mais. Confira todos os sites participantes aqui.


Sempre antenado com as novidades, o blog Viagens e Beleza também terá a sua Black Friday. A venda será de produtos, na maioria importados, que eu comprei em viagens ou sites internacionais e que, de vez em quando também coloco à venda por aqui. Todos são novos e originais. Alguns eu comprei muito mais do que precisava, outros comprei na cor errada e também tem os que eu comprei pensando em vender aqui no blog. Os produtos nacionais vieram nas boxes, Glam e Glossy e estão à venda os que não usarei porque não são específicos para mim.

E, além de bons preços, haverá brindes bem legais em todas as compras. São muitos brindes, de acordo com o valor pago. Apareça aqui amanhã bem cedo. Aguardo você!

Beijos,
Ana
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Minhas recentes comprinhas de free shop!

Como eu tinha prometido, fotografei e vou descrever as minhas comprinhas desta última viagem a Rivera/Uruguay. Algumas coisas eu já conhecia e outras não, então, assim que eu testar, farei resenhas sobres os novos  produtos. 

Apesar do dólar não estar tão atraente, os preços valem muito a pena, pois são, no mínimo, metade do que pagamos aqui ou até menos. Perfumes chegam a ser 1/3 do valor cobrado aqui.


Mas vamos ao que eu comprei:

- Uma bolsa Tommy, nem precisava, mas o preço estava ótimo e não resisti. Comprei também uma armação para óculos de grau da marca Cross (esqueci de colocar na foto), algumas camisetas e meias, mais desodorante e espuma de barbear para o maridão e alguns temperos e azeites que eu também deixei fora da foto porque o que interessa mesmo são os “produtinhos de beleza”! 
- Shampoos e condicionadores da Jonh Frieda, que eu adoro. Comprei diferentes tipos;
- Shampoo e condicionador Zero Frizz, da Schwarzkopf;
- Lenços demaquilantes Prevens;
- Lenços demaquilantes Cala, de pepino (limpa, refresca e hidrata a pele)
- 3 batons da Revlon;
- Top Coat Rapidry da OPI – Rapidry -  Cobertura finalizadora de esmaltes. Também pode ser usado sozinho, deixa as unhas brilhantes e seca super rápido;
- Base para fortalecer as unhas – Strength Diamond, da Sally Hansen;
- Serum com proteção térmica, da Jonh Frieda;
- Perfume Si, da Lolita Lempicka e o  5th Avenue, da Elizabeth Arden;
- Creme Multi Correxion (anti-age hidratante), da ROC;
- Protetor solar facial fator 50, da ROC;
- Protetor solar facial fator 50, da Dior;
- Rimel 3D, da Revlon;
- Cremes para o rosto, da marca espanhola Vitesse;
- Creme noturno para o rosto, da L’Oreal;
- Spray fixador anti-frizz, Aqua Net;
- Paleta de sombras NYC;
- Gloss NYC.

Ganhei também um monte de amostrinhas de perfumes e cremes, pois comprei os produtos em várias lojas e cada loja me dava algumas amostrinhas.


As amostrinhas são ótimas para a gente testar um produto novo. Já comprei muitos perfumes depois de testar amostrinhas. 

E então, você gostou das minhas compras? Algum produto ainda não conhecia e tem preferência para a resenha?

Beijos,
Ana

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Você se considera consumista ou moderada?

É muito bom consumir! Quem não gosta de comprar uns modelitos novos de roupas, sapatos da estação, lançamentos em maquiagens, mais um ou dois perfumes, último modelo de celular ou notebook?... Enfim, a lista é grande e a conta também.


E você deve pensar: eu trabalho pra isso, para me proporcionar estes prazeres. Senão, de que adianta ganhar dinheiro se não posso gastá-lo? Você está certa, dinheiro é para essas coisas... Mas não é só para isso! A vida é cheia de surpresas e imprevistos também. 

O que devemos aprender a controlar é a compra por impulso, exagerada e sem guardar um centavo a cada mês, para uma compra maior depois ou para imprevistos.

Quem nunca comprou um mesmo modelo de roupa, mas de cores diferentes? A gente acaba enjoando e uma das cores fica lá jogada, no fundo do armário. Nem vou entrar no detalhe de roupas compradas, no mínimo, um tamanho menor que o nosso, com o pensamento de que é só fazer uma dietinha rápida e logo vamos entrar na calça, blusa, vestido... Será mesmo?
 
E batom? Temos em média 15 ou 20 batons (algumas têm muito mais), sendo que 3 ou 4 são da mesma cor. Não damos conta de usar tudo na validade e quando enfim resolvemos usar, o batom está com aquele gosto de velho (argh!). Eu mesma, volta e meia reviro minhas caixinhas de maquiagem e encontro um monte de sombras e batons que nem lembrava que tinha e que já estão velhos. Não vou usar mais, é claro, vou preferir usar os últimos que eu comprei.

E os sapatos? Eu sei, são a perdição da maioria das mulheres. A cada lançamento de estação, compramos no mínimo 2 ou 3 modelos. Pra que tanto sapato? Vejo nos blogs de troca e nos brechós virtuais, mulheres (inclusive eu) vendendo ou trocando sapatos praticamente novos. Compraram no impulso, usaram uma ou duas vezes e depois se arrependeram. Eu dou muitos sapatos para amigas que calçam o mesmo nº, mas às vezes eu penso: se eu vender 2 ou 3 pares destes que estão praticamente novos, libero espaço no meu armário e posso comprar outro par. O problema é que é difícil vender algo usado, mesmo bem baratinho e em excelente estado! 

Não precisamos parar de comprar. Longe disso! Apenas estou levantando a questão de comprarmos com inteligência e não só por impulso. Se fizermos a nós mesmas 2 ou 3 perguntas antes de cada compra, desistimos da metade. Exemplo: 

1. Estou mesmo precisando disto? 
2. O valor vai se pagar pelo uso? 
3. E se eu deixar para comprar amanhã, ainda vou querer? 

Bom, só estas perguntinhas já bastam... Tente fazê-las ao menos uma vez e depois me diga.


Poupança/aplicação/ecconomia: você guarda um pouquinho, 5 ou 10% do seu salário, todo mês? Se você respondeu: “sim, até mais!” Parabéns! Mas algumas podem pensar, “não preciso guardar, ganho bem”; ou “como guardar, se ganho tão pouco?” Nos dois casos, sempre é possível guardar, nem que seja só um pouquinho. Mais adiante podemos fazer uma viagem muito legal, comprar um computador novo, ou mesmo renovar nosso guarda-roupa, sem correr riscos de ficar no vermelho.

Mas este é um exercício de controle que, para funcionar, temos que querer muito fazer. Se pensarmos em tudo o que podemos fazer com mais dinheiro disponível... É bom demais!

Já passei por várias fases, da mão de vaca à consumista. Mão de vaca quando ganhava pouco e consumista quando estava ganhando bem. Sou publicitária, trabalho com atendimento direto a clientes e ganho comissão sobre tudo o que comercializo em rádio, tv, internet, jornais e revistas. Isso pode ser ótimo ou péssimo. O mercado varia muito e, às vezes, o contrato não fecha, o cliente não paga em dia... Enfim, não ganhamos a comissão que esperávamos e temos que refazer os cálculos, apertar o cinto. Mas sobre o que já gastamos, só tem uma coisa a fazer: temos que pagar e se não dispomos de reservas, nos desesperamos.

Eu tive uma quebra no orçamento há alguns anos e precisei apelar para o Banco Mamãe S.A. Fiquei tão chateada que prometi a mim mesma que nunca mais iria passar por isso. De fato, acredito que hoje eu consegui um equilíbrio: não sou tão econômica, mas também não posso ser considerada uma gastadora. Acho que eu compro bem. Só compro coisas boas. Comprar porque está baratinho não vale a pena, pois perdemos em qualidade. 

Se eu tenho algum evento especial e me falta uma roupa mais adequada, aí eu compro o que eu gostar, mesmo com o valor um pouco mais alto do que eu gostaria. Caso contrário, eu aproveito para comprar quando encontro algum produto muito bom que está em promoção ou quando passo por free-shops. Aí sim, eu compro muita coisa, mas tudo o que eu costumo mesmo usar e por ótimos preços.


Ainda tenho muita roupa e calçados que não uso, frutos dos meus impulsos, que às vezes acontecem - perfeição não existe, né? Mas a diferença de anos atrás é que agora eu sempre tenho uma reserva financeira e posso pagar minhas compras, até meus impulsos, sem ficar no vermelho.

E você, o que pensa sobre este assunto? Deixe seu comentário!
Beijos, 
Ana
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